Com castelos e belezas naturais, Irlanda é um museu a céu aberto

Uma viagem já começa pela escolha do próximo destino, e eu escolhi a Irlanda por ser apaixonada por história e castelos medievais. E isso é o que não falta nessa Ilha magica e incrível.

Parece um museu a céu aberto. Por onde passar de carro fique de olhos bem abertos, pois, a qualquer momento, você pode ver um castelo (ou o que sobrou dele), muros, faróis, fortalezas. Em sua maioria, estrategicamente construídos próximos aos lagos e rios.

Fui no período entre maio e junho, então pude contar com dias lindos de sol, céu aberto e temperatura agradável. Meu conselho é alugar um carro e fazer a ilha toda assim, pois é em seu interior que estão as melhores maravilhas.

Chegamos por Dublin, onde ficarmos três dias e eu acho o suficiente. Pesquisamos um hotel com preço bom pela internet antes de ir, pois Dublin não é barato.

Ficamos numa área muito boa, jovem e bem localizada. Por coincidência, nosso hotel era em cima de uma das baladas mais legais da cidade, a ‘Cooper Face Jacks”.

Todas as noites chegávamos de um dia de turismo, mas antes de subir ao quarto, aproveitávamos para tomar mais uma ultima cerveja do dia e dar dançadinha — e não pagamos a entrada, pois estamos hospedados no hotel.

Nosso destino, meu e de meu namorado, foi Cork, depois Galway e depois Irlanda do Norte: Belfast!

Em Cork e Galway, focamos nosso tour para conhecer o máximo de castelos possíveis. Ao final da ‘noite’ (entre aspas porque até às 23h30 ainda estava dia, o que te deixava com mais vontade de beber cerveja!), os pubs todos estavam lotados. O que me dava a sensação de que todos estavam de férias, como eu.

Um dos castelos mais lindos e mais bem conservado que vi foi o Blarney Castle, perto de Cork, um dos pontos turísticos mais visitados por causa da ‘Kissing Stone’ — uma pedra do castelo que você tem que beijá-la de ponta cabeça, para te trazer o poder da persuasão.

Claro que beijei.

VIAGEM.

Pelas estradas, você tem a felicidade de ver muitas ovelhas, lindos cavalos e casas típicas de fazendeiros. E ainda cruzamos com um cemitério de tumbas.

Paramos para aprender um pouco do período neolítico, quatro ou cinco mil anos atrás, além de ver e tocar pedras em perfeito estado — com certeza um dos lugares que mais me arrepiou, por saber que ali realmente estiveram os primeiros povos a viver de caça e plantação. E sabe se lá qual era sua religião.

A Irlanda é um lugar em que você passa desde o período carbonífero, com explosão das rochas, carbono, vai pro período neolítico, medieval e por aí vai. São lendas e muito folclore, o que faz com que a ilha seja chamada por muitos de ‘Ilha de Conto de Fadas’.

A chamada ‘Calçada dos Gigantes’ e o ‘Cliff of Mohor’ devem ser paradas obrigatórias pra quem passar pela Irlanda, uma verdadeira obra de arte da mãe natureza!

Chegando na Irlanda do Norte, de cara já se nota a diferença em que realmente estávamos sobre domínio britânico. Desde o sotaque do inglês, desse as roupas das pessoas, comportamento, tudo. Mas acima de tudo a moeda: libras!.

Uma parada que achei válida foi o Museu do Titanic! É muito interessante, pois o construíram exatamente do tamanho real do navio. E você pode pisar e sentir a energia do lugar, pois foi exatamente lá que ele foi construído e partiu para Nova Iorque.

Se eu puder dar um conselho, seria para alugar um carro e viajar pelo interior do país. As metrópoles são metrópoles em qualquer lugar do mundo, cidade grande é cidade grande… Mas o interior. O interior é lindo demais! Charmoso e onde se encontra a essência! Pelo interior da Irlanda, encontramos, ainda nos tempos de hoje, pessoas que falam gaelic, a língua original, escutamos o puro Folk Music.

Para os apreciadores de bebida alcoólica, vale a pena conhecer também a fábrica do whisky Jameson, participar da degustação, e, para os cervejeiros, muito bacana, conhecer a fábrica da cerveja Guinness. E aprenda a falar ‘tim tim’ em seu dialeto: sláinte (‘Slantchá’)!.